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Comissão de Saúde pede informações na busca de saídas para Hospital Salete

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Quinta, 11 Abril 2019 15:17

Três ofícios elaborados pela Comissão de Saúde da Câmara Municipal buscam obter mais informações sobre as circunstâncias envolvidas na ordem que o Hospital Nossa Senhora da Salete recebeu para desocupar o imóvel alugado na rua Carlos de Carvalho, no centro. A ação foi anunciada nesta quinta-feira (11) em coletiva à imprensa convocada pelo presidente da Comissão, vereador Josué de Souza (PTC).

Participaram da coletiva, pela Comissão, o secretário Romulo Quintino (PSL), e a assessoria do vereador Jorge Bocasanta (PROS), além do vereador Parra (MDB) e do presidente da Câmara, Alécio Espínola (PSC). Josué dos Santos disse que a primeira expectativa da Comissão é que a direção do hospital e a família proprietária do imóvel cheguem a um entendimento que permita a continuidade do funcionamento. “Não tem como fechar esse hospital se lá na UTI, que tem 23 leitos, tiver que desligar os aparelhos dos pacientes que estão entubados e jogar esse pessoal para outro lugar, correndo o risco de alguém vir a óbito”, afirmou o vereador.

O hospital, que é referência regional em atendimento de alta complexidade na área de cardiologia e também realiza transplantes renais, atua há 62 anos e hoje atende cerca de 16 mil pacientes por mês. A instituição atende a população pelo SUS e também os servidores do Estado pelo SAS.

O primeiro dos ofícios é para o secretário municipal de Saúde, Rubens Griepp, e pede que ele esclareça qual é a importância do Hospital Salete para a saúde pública em Cascavel. O segundo tem o mesmo teor, mas se dirige à 10ª Regional de Saúde, que regula os leitos hospitalares em Cascavel. Por fim, o terceiro ofício é para o diretor do Hospital e pede que seja esclarecido o verdadeiro teor da ação judicial, já que há informações conflitantes circulando nos meios de comunicação e nos bastidores. “Com base nessas informações, vamos buscar soluções em Curitiba, junto ao governo estadual e, se necessário, até uma saída mais radical pela Prefeitura, que seria a utilidade pública”, concluiu Josué.

Assessoria de Imprensa/CMC

“Não podemos permitir que esse hospital simplesmente feche as portas nos próximos dez dias”, disse Josué de Souza na coletiva“Não podemos permitir que esse hospital simplesmente feche as portas nos próximos dez dias”, disse Josué de Souza na coletivaFlávio Ulsenheimer/Assessoria de Imprensa/CMC