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Por apenas um voto de diferença, Plenário rejeita mudar o aniversário da cidade

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Segunda, 06 Maio 2019 15:19

Em votação apertada, os vereadores decidiram manter o aniversário de Cascavel no dia 14 de novembro e considerar o ano de fundação como 1951. Com um placar de 9 votos a favor e 10 contrários, foi rejeitado nesta segunda-feira (6) o projeto de lei nº 17/2019, de autoria do vereador Celso Dal Molin (PR).

Com sua proposição, Dal Molin pretendia corrigir o que entende como um erro introduzido pela Lei nº 5.689/2010. Por essa lei, o dia 14 de novembro passou a ser considerado como o aniversário de Cascavel e ficou determinado que, em 2011, seriam comemorados os 60 anos desde a fundação do município. O projeto de lei rejeitado recuperava a data original de 14 de dezembro e passava a considerar 1952 como o ano da fundação, o que levaria Cascavel a repetir, em 2019, a comemoração de 67 anos de emancipação.

Para Dal Molin, que apresentou um dossiê com o resultado de seus estudos históricos, a data de 14 de novembro de 1951 foi apenas a da lei que permitiu a criação de novos municípios entre os anos de 1952 e 1956. Cascavel só teria passado a existir de fato com a sua instalação oficial, na sessão da Câmara Municipal de 14 de dezembro de 1952, que deu posse ao primeiro prefeito e aos vereadores da primeira legislatura. “Se formos fazer uma comparação, é como o nosso aniversário, em que nós não comemoramos a data da fecundação, e sim o dia do parto, quando a criança realmente vem ao mundo”, disse ele.

No entanto, a maioria dos vereadores entendeu que a data de 14 de novembro de 1951 vale como dia do nascimento do município e que, portanto, a lei de 2010 está correta. Por causa daquela lei, Cascavel nunca comemorou aniversário de 59 anos, passando direto de 58 anos em 2010 para 60 em 2011.

Para conhecer o dossiê elaborado por Celso Dal Molin, clique aqui.

Assessoria de Imprensa/CMC

Dal Molin apresentou dossiê detalhado, mas não conseguiu convencer a maioria dos parlamentaresDal Molin apresentou dossiê detalhado, mas não conseguiu convencer a maioria dos parlamentaresFlávio Ulsenheimer/Assessoria de Imprensa/CMC