Os vereadores que integram a CPI do Cisop (Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste do Paraná) reuniram-se na manhã desta sexta-feira (07) para decidir quais serão as próximas ações da comissão após a juíza titular da Vara da Fazenda Pública de Cascavel negar o pedido apresentado pelo Cisop que pretendia barrar o funcionamento da CPI.
O grupo, formado pelos vereadores Romulo Quintino (presidente), Jorge Bocasanta (relator) e Jaime Vasatta (membro), encaminhará novamente os ofícios solicitando as informações relativas aos contratos, detalhamento da destinação final dos recursos repassados pelo município de Cascavel, lista pormenorizada de consultas nos anos de 2014 e 2015 e valores repassados a serviços de terceiros. Além disto, os vereadores acrescentarão a solicitação da carga horária dos médicos e funcionários da administração.
Caso o Cisop não responda novamente, os vereadores da Comissão pretendem solicitar judicialmente o afastamento do presidente do consórcio, por cercear o poder constitucional que o Legislativo tem de fiscalizar os gastos públicos.
Até agora, passaram-se 30 dias desde o início da CPI, que teve os trabalhos paralisados durante o recesso legislativo de 18 a 31 de julho. Romulo Quintino explica que sem as informações detalhadas do Cisop, a comissão fica impedida de adiantar o processo e convocar as oitivas de testemunhas.
Assessoria de Imprensa/CMC
